Curtir o dia ou cair na noite? Programinha cabeça ou bate-cabelo frenético? Rock envenenado ou balanço black? A agenda do Fala Fera chegou mais uma vez com a missão de agradar gregos, troianos e cariocas da gema.
O fato de ser filho, ou parente, de um político famoso não significa, naturalmente, nenhum descrédito para um jovem aspirante a cargo no legislativo. No entanto, não deixa de ser curioso a tendência, sobretudo no campo conservador, de encarar a política como um assunto familiar. Quase todas as lideranças jovens dos partidos da direita são filhos, sobrinhos ou netos de caciques políticos. ACM Neto, Rodrigo Maia, Paulo Bornhausen, são alguns exemplos. Esses rapazes não apenas dão continuidade à carreira de seus familiares, eles herdam a própria liderança partidária.
O problema desse “nepotismo” eleitoral é que esses jovens iniciam a vida pública sem a experiência ou das lides sindicais, ou das batalhas do movimento estudantil, e com isso não desenvolvem essa veia democrática que somente a prática confere ao representante político.
Uma das coisas das quais me orgulho é minha história dentro do movimento estudantil, que inclusive já contei aqui nesse blog. Mais que uma história, ela é uma condição presente. A minha campanha mobiliza quadros importantes do movimento estudantil do estado e fora dele, porque pude convencê-los da importância de termos um representante comprometido com a juventude e com os estudantes na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro.
Se conseguirmos nos eleger (e estamos confiantes de que vamos), isso representará um marco na história do movimento estudantil do Rio de Janeiro, injetando entusiasmo nas agremiações de escolas e universidades, que passarão a ver a sua atividade como um peça importante na engrenagem política do estado. Com isso, os estudantes passarão a dar mais importância a militância estudantil, tanto na hora de votar como na hora de se engajar pessoalmente no movimento. E isso é importante! Se estamos na política é porque acreditamos na sua importância para o desenvolvimento de nosso estado e nosso país.
Nessas eleições de 2010, por exemplo, não apenas a nossa campanha por uma vaga na Assembléia Legislativa, mas sobretudo a nossa atividade enquanto militantes políticos junto à juventude, tem dado uma contribuição fundamental para a politização de segmentos sociais às vezes idiotizados pela mídia tradicional, para a qual não interessa a existência de um jovem consciente politicamente.
A mídia, afinal, vive falando em democracia, mas os programas voltados para a juventude nunca abordam temas verdadeiramente políticos. Pelo contrário: a formação ideológica e a filiação a partidos políticos tem sido pintados quase como sinal de degradação moral. Isso é uma contradição enorme com a louvação da democracia como nosso valor maior. Se há democracia, é preciso haver debate político e este se empobrece sem um olhar desassombrado para as questões ideológicas, e jamais é levado à prática governamental ou legislativa sem o envolvimento partidário.
Saindo um pouco da teoria, temos contribuido, nos últimos anos, para trazer a juventude para dentro do debate político, e sempre de maneira transparente e objetiva, definindo claramente de que lado estamos e contra quem lutamos. Este ano, estamos com Dilma e Lula. E nossa luta agora é ajudarmos a ministra a derrotar a direita com uma vitória esmagadora! E de lambuja ganharmos também, aqui no estado, uma vaga de deputado estadual pelo PCdoB, para ajudarmos a incluir os jovens na bonança econômica que se espera com a chegada do pré-sal, da Copa e das Olimpíadas.
Por tudo isso, vote Igor Bruno para deputado estadual, vote 65651! Abraços!
Queríamos falar mais de nossas propostas hoje, mas foi um dia extremamente tenso para quem acompanha a política nacional. A campanha de José Serra havia entrado, ontem, com uma ação contra Dilma Rousseff junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pedindo a cassação de sua candidatura. Leia mais »
No Mato Grosso do Sul, uma cidade está sem prefeito, vice e presidente da Câmara Municipal.







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